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sábado, 15 de novembro de 2008

Ética, Moral e Deontologia


Praticar a ética é determinar a melhor conduta, por meio de princípios e valores estabelecidos com base na sabedoria e justiça. Ser ético significa agir visando o bem comum não apenas pra si, mas com relação ao outro, ou ao conjunto.
A moral é definida com base no julgamento da sociedade e de um modo geral, compara e decide pela opinião da maioria. O amoral não se insere na moralidade por indiferença, ou por ignorância, enquanto que o imoral “nada contra a corrente”, ou seja, inflige às regras e vai contra as normas morais.
A Deontologia está relacionada com a conduta profissional adotada pela empresa, isto é, as regras devem ser obedecidas para manter a ordem e o cumprimento dos deveres sem visar o benefício próprio, ou restrinção de pessoas. Em algumas profissões é estabelecido o código de ética e caso seja desrespeitado, implica em punições.
A ética vem antes da moral, pois dita as regras e os valores do indivíduo com relação ao meio onde vive. A moral é avaliada com base no respeito e cumprimento da ética, já a Deontologia visa a moral e a ética na conduta do indivíduo no exercício da profissão de acordo com as normas da empresa onde trabalha. A lei se refere às obrigações, e o indivíduo pode ser punido, caso não siga as ordens e normas estabelecidas.


Yrley Morato

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Brasil com z, jamais!


Na visão distorcida e deturpada dos diretores e roteiristas gringos em relação ao Brasil, ainda vivemos numa selva cercada por macacos, e os nossos indígenas representam uma nação de hábitos e costumes primitivos.
O nosso idioma deixa de ser o português, e passa a ser o espanhol, já que aqui embaixo somos todos latinos.
O Rio de Janeiro é o paraíso das mulheres de bumbum grande, com corpos perfeitos, seios á mostra e sexo a vontade, pois é essa a imagem que o carnaval desperta lá fora.
A Amazônia é cenário de um filme de terror com seres famintos por visitantes estrangeiros.
O samba e a lambada são os únicos ritmos que fazem parte do nosso repertório musical, e Carmem Miranda foi uma artista que cantava e dançava a cultura de um país desconhecido.
Somos um povo alegre, que não gosta de trabalhar e vive de sombra e água fresca.
Pertencemos a um país sem dono, esquecido no mapa, mas que continua atraindo novos moradores que fazem da nossa terra um refúgio de bandidos e assassinos. Também somos lembrados pela nossa pobreza, violência e desigualdade social, o que não deixa de ser uma realidade.
E o Brasil da mulata e do pandeiro, bonito por natureza, e tema de versos e canções, deixa de ser brasileiro para se tornar uma caricatura no triste olhar dos estrangeiros.


Yrley Morato

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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Consumismo universitário


O mercado universitário vende noites quentes em baladas ao som de músicas com temas variados desde “Creu”, até “Cada um no seu quadrado”. É comum encontrarmos bares situados ao lado de universidades com as mesas e cadeiras ocupadas, contrastando com a ausência dos alunos nas salas de aula.
O modismo universitário faz com que tudo acabe em pizza.
As danceterias atraem a atenção dos jovens com efeitos luminosos, músicas empolgantes, que bebem até o último centavo pagando altas tarifas numa noite, com o dinheiro muitas vezes bancado pelos pais. Com as micaretas, os Shows de música eletrônica e as “baladinhas” nem a Lei Seca dá jeito!
É inegável a satisfação de uma reunião entre amigos, numa conversa acompanhada de um copo de cerveja, ou uma taça de vinho, mas é indispensável enxergarmos que o consumismo e o modismo exacerbado nos ataca numa “contra-cultura”, já que os efeitos são perceptíveis nos baixos índices apontados nas avaliações das universidades.
O acesso ao ensino superior não é pra todos, embora seja um mito achar que ser universitário hoje significa status. Então o ideal é utilizarmos das vantagens e das oportunidades que temos, para elevarmos o grau de ensino e do conhecimento, transmitindo assim a nossa mensagem.
Que atire a primeira pedra quem nunca saiu de curtição, ou nunca precisou extravasar? Mas é importante conhecer os seus limites e beber também da sabedoria, pra não ter dor de cabeça e esquecimento depois. Entretanto, a geração "Coca-Cola" que faz da faculdade um Shopping Center, gosta mesmo é de beber, cair e levantar.


Yrley Morato

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Qualquer Coisa Universitária

http://www.covildoorc.wordpress.com/