O mercado universitário vende noites quentes em baladas ao som de m
úsicas com temas variados desde “Creu”, até “Cada um no seu quadrado”. É comum encontrarmos bares situados ao lado de universidades com as mesas e cadeiras ocupadas, contrastando com a ausência dos alunos nas salas de aula.O modismo universitário faz com que tudo acabe em pizza.
As danceterias atraem a atenção dos jovens com efeitos luminosos, músicas empolgantes, que bebem até o último centavo pagando altas tarifas numa noite, com o dinheiro muitas vezes bancado pelos pais. Com as micaretas, os Shows de música eletrônica e as “baladinhas” nem a Lei Seca dá jeito!
É inegável a satisfação de uma reunião entre amigos, numa conversa acompanhada de um copo de cerveja, ou uma taça de vinho, mas é indispensável enxergarmos que o consumismo e o modismo exacerbado nos ataca numa “contra-cultura”, já que os efeitos são perceptíveis nos baixos índices apontados nas avaliações das universidades.
O acesso ao ensino superior não é pra todos, embora seja um mito achar que ser universitário hoje significa status. Então o ideal é utilizarmos das vantagens e das oportunidades que temos, para elevarmos o grau de ensino e do conhecimento, transmitindo assim a nossa mensagem.
Que atire a primeira pedra quem nunca saiu de curtição, ou nunca precisou extravasar? Mas é importante conhecer os seus limites e beber também da sabedoria, pra não ter dor de cabeça e esquecimento depois. Entretanto, a geração "Coca-Cola" que faz da faculdade um Shopping Center, gosta mesmo é de beber, cair e levantar.
Yrley Morato
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Qualquer Coisa Universitária
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